sábado, 23 de novembro de 2013
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Ivi Maraé em 2014???
Caros amigos, não foram poucos de vocês que vieram me perguntar quando o grupo volta.
Não só ex integrantes mas principalmente muitos conhecidos de outras entidades que lamentam e sentem falta de nos ver em seus eventos e principalmente dando espetáculo no tablado.
Aqui vai minha ideia e meu parecer sobre isso acontecer.
Sempre fui muito pé no chão cm relação a tudo que faço ou planejo, portanto não pretendo voltar com o grupo sem 2 fatores imprescindíveis: Um galpão , pois com ele temo lugar pra ensaios e promoções e assim manter o grupo com eventos e dinheiro em caixa. o segundo item é algo que já estou trabalhando DINHEIRO.
Creio que desanimei muitos agora né, mas aqui vai a parte boa, lembram que anos atrás fomos contemplados no Orçamento participativo do município com uma verba para construção do galpão, pois é, estou em contato com esta secretaria e digo que vejo esta projeto saindo do papel num futuro bem próximo.
Mas e quanto a grana o que fazer? Nesta questão já entrei em contato com um produtor cultural pra elaborar um projeto e para que possamos arrecadar verba de empresas e poder nos manter , e também poder investir em nossos grupos.
Estas coisas que estou dizendo espero que fique só entre nós de casa, pois sabem como é o olho grande , vamos nos conversar mas sem estardalhaço , com calma e pelas beiradas.
Creio que sem estes requisitos acima não temos como pensar em voltar com grupo , pois sei que muitos assim como eu tem saudade e muita vontade de dançar ou ao menos estar envolvido no grupo de novo.
Estou sempre aqui à espera de criticas e novas ideias que possam nos ajudar a dar o próximo passo e o quanto antes retornarmos com nosso IVI.
"A NOSSA MAIOR GLÓRIA NÃO RESIDE NO FATO DE NUNCA CAIRMOS, MAS SIM EM LEVANTARMO-NOS SEMPRE DEPOIS DE CADA QUEDA."
Confúcio.
Não só ex integrantes mas principalmente muitos conhecidos de outras entidades que lamentam e sentem falta de nos ver em seus eventos e principalmente dando espetáculo no tablado.
Aqui vai minha ideia e meu parecer sobre isso acontecer.
Sempre fui muito pé no chão cm relação a tudo que faço ou planejo, portanto não pretendo voltar com o grupo sem 2 fatores imprescindíveis: Um galpão , pois com ele temo lugar pra ensaios e promoções e assim manter o grupo com eventos e dinheiro em caixa. o segundo item é algo que já estou trabalhando DINHEIRO.Creio que desanimei muitos agora né, mas aqui vai a parte boa, lembram que anos atrás fomos contemplados no Orçamento participativo do município com uma verba para construção do galpão, pois é, estou em contato com esta secretaria e digo que vejo esta projeto saindo do papel num futuro bem próximo.
Mas e quanto a grana o que fazer? Nesta questão já entrei em contato com um produtor cultural pra elaborar um projeto e para que possamos arrecadar verba de empresas e poder nos manter , e também poder investir em nossos grupos.Estas coisas que estou dizendo espero que fique só entre nós de casa, pois sabem como é o olho grande , vamos nos conversar mas sem estardalhaço , com calma e pelas beiradas.
Creio que sem estes requisitos acima não temos como pensar em voltar com grupo , pois sei que muitos assim como eu tem saudade e muita vontade de dançar ou ao menos estar envolvido no grupo de novo.
Estou sempre aqui à espera de criticas e novas ideias que possam nos ajudar a dar o próximo passo e o quanto antes retornarmos com nosso IVI.
"A NOSSA MAIOR GLÓRIA NÃO RESIDE NO FATO DE NUNCA CAIRMOS, MAS SIM EM LEVANTARMO-NOS SEMPRE DEPOIS DE CADA QUEDA."
Confúcio.
sábado, 16 de novembro de 2013
Colégio São José – São Leopoldo / RS
Conforme
roteiro desta postagem, localizamos um colégio que se enquadra em 2 épocas:
Império e República.
No trajeto para o Rio Grande do Sul,
houve-se subitamente um horrível estrondo, acompanhado de um abalo aterrador do
Calderon ( navio que viajavam as irmãs
franciscanas). Quebrara o leme e o navio flutuava à deriva. Faltava água
potável e a provisão de alimentos começava a escassear. Um grande medo apoderou-se de todos. Se houvesse
tempestade, as ondas do mar tragariam o navio com tudo e com todos
que nele estavam. Mas eis que em 19 de
março, dia dedicado a São José, a quem as Irmãs haviam recorrido, prometendo-lhe chamar de Colégio São José a primeira escola
que haveriamde fundar no Brasil, o perigo cessou. Apareceu um navio vindo da
Argentina, que arrastou o Calderon, de
reboque, de volta ao Rio de Janeiro. Lá o Camões recolheu os passageiros do
navio sinistrado e levou-os até Rio Grande/RS. Porfim, o navio Dom Pedro II
completou a viagem, ancorando em Porto Alegre, onde
desembarcaram, em 31 de março, dia da Páscoa.
Mas o destino era São Leopoldo/RS. As Irmãs lá chegaram a 2 de abril de 1872 e,
no dia 5, compareceram 23 alunas para o primeiro dia de aula. Não havia as
necessárias salas disponíveis, e as aulas do jardim da infância foram dadas ao
ar livre, à sombra de uma laranjeira, ao lado do casebre que lhes fora
oferecido para moradia.( IMPÉRIO )
Em 1884, quando o Colégio já estava
localizado ao lado da Igreja Matriz, começou a receber alunas do Rio de
Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Uruguai e Argentina, de modo que,
em poucos anos a Escola já contava com
137 alunas internas e muitas externas. Durante seus
primeiros 50 anos, o Colégio São José funcionou às margens do Rio dos
Sinos, ao lado do Ginásio
Conceição, dos Padres Jesuítas.
No ano de 1923 ( REPÚBLICA ) ocorreu a
mudança das margens do Rio dos Sinos para a Colina do Monte Alverne, onde está
atualmente.
Métodos de
ensino na escola portuguesa:
a Revista
Escolar (1923-1926)
O presente
texto tem por objetivo verificar, a partir de um exemplo tópico, a constituição
de uma dada modalidade do debate pedagógico, que toma como eixo organizador a
ideia de técnica de ensino. Pensar metodologias para se ensinar requer algum
diálogo com a dimensão didática do debate pedagógico. Sob tal hipótese de
trabalho, procurou-se efetuar leitura crítica da Revista Escolar, publicada em
Portugal nos anos 20 do século passado. O estudo centrou-se especificamente nos
volumes
compreendidos
entre 1923 e 1926.
Tratava-se,
em certo sentido, de estimular os professores à leitura da revista. Com isso,
acreditava-se ensinar a ensinar (CARVALHO, 2001, 2006;BITTENCOURT,1993).
A criança
e o aluno na escola
Sou, portanto, de opinião que a
criança, ao entrar para a escola, deve levar uma
ardósia com o respectivo ponteiro, para iniciar logo os riscos, repetindo-os até saírem perfeitos. Só o exercício frequente dá a necessária firmeza à mão. Feitos os riscos bem, passa-se aos outros elementos, tendo, contudo, o cuidado de não dar à criança a ideia de que está a cumprir uma obrigação. Quando o professor vir que a criança já é capaz de fazer as letras, inicia então o ensino delas, pela leitura de palavras de muito fácil pronúncia e escrita, tais como: pá, pé, pó, pua, etc. É da máxima vantagem que a escrita acompanhe sempre a leitura (NOBRE, 1923, p. 258).
ardósia com o respectivo ponteiro, para iniciar logo os riscos, repetindo-os até saírem perfeitos. Só o exercício frequente dá a necessária firmeza à mão. Feitos os riscos bem, passa-se aos outros elementos, tendo, contudo, o cuidado de não dar à criança a ideia de que está a cumprir uma obrigação. Quando o professor vir que a criança já é capaz de fazer as letras, inicia então o ensino delas, pela leitura de palavras de muito fácil pronúncia e escrita, tais como: pá, pé, pó, pua, etc. É da máxima vantagem que a escrita acompanhe sempre a leitura (NOBRE, 1923, p. 258).
A
profissão de professor:
vocação,
experiência e método
De todas as
profissões que o homem exerce, a de professor é a mais difícil: nenhuma exige
mais perspicácia, mais ciência, mais coração; a nenhuma são tão indispensáveis
a viveza da inteligência, a retidão do caráter, a sociabilidade prendedora e
afável (CORREIA, 1926, p. 257).
Cada aluno –
e o professor precisa ter sempre este preceito presente – se educa de sua
maneira. É indispensável reagir contra a velha tendência para tratar uniformemente
naturezas diversas. Urge contrariar a propensão ainda bastante geral para
designar como estúpidos os alunos menos aplicados sem prévia análise das causas
determinantes – físicas, mentais ou morais – do seu desafeto ao estudo, e sem a
natural consideração de que a inteligência é um capital aumentável pela ação
pedagógica. Não há nunca indivíduos universalmente incapazes; nem os idiotas
são inábeis para todas as profissões ou misteres (CORREIA, 1926, p. 266).
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