Blog do Juca
sábado, 26 de abril de 2014
sábado, 23 de novembro de 2013
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Ivi Maraé em 2014???
Caros amigos, não foram poucos de vocês que vieram me perguntar quando o grupo volta.
Não só ex integrantes mas principalmente muitos conhecidos de outras entidades que lamentam e sentem falta de nos ver em seus eventos e principalmente dando espetáculo no tablado.
Aqui vai minha ideia e meu parecer sobre isso acontecer.
Sempre fui muito pé no chão cm relação a tudo que faço ou planejo, portanto não pretendo voltar com o grupo sem 2 fatores imprescindíveis: Um galpão , pois com ele temo lugar pra ensaios e promoções e assim manter o grupo com eventos e dinheiro em caixa. o segundo item é algo que já estou trabalhando DINHEIRO.
Creio que desanimei muitos agora né, mas aqui vai a parte boa, lembram que anos atrás fomos contemplados no Orçamento participativo do município com uma verba para construção do galpão, pois é, estou em contato com esta secretaria e digo que vejo esta projeto saindo do papel num futuro bem próximo.
Mas e quanto a grana o que fazer? Nesta questão já entrei em contato com um produtor cultural pra elaborar um projeto e para que possamos arrecadar verba de empresas e poder nos manter , e também poder investir em nossos grupos.
Estas coisas que estou dizendo espero que fique só entre nós de casa, pois sabem como é o olho grande , vamos nos conversar mas sem estardalhaço , com calma e pelas beiradas.
Creio que sem estes requisitos acima não temos como pensar em voltar com grupo , pois sei que muitos assim como eu tem saudade e muita vontade de dançar ou ao menos estar envolvido no grupo de novo.
Estou sempre aqui à espera de criticas e novas ideias que possam nos ajudar a dar o próximo passo e o quanto antes retornarmos com nosso IVI.
"A NOSSA MAIOR GLÓRIA NÃO RESIDE NO FATO DE NUNCA CAIRMOS, MAS SIM EM LEVANTARMO-NOS SEMPRE DEPOIS DE CADA QUEDA."
Confúcio.
Não só ex integrantes mas principalmente muitos conhecidos de outras entidades que lamentam e sentem falta de nos ver em seus eventos e principalmente dando espetáculo no tablado.
Aqui vai minha ideia e meu parecer sobre isso acontecer.
Sempre fui muito pé no chão cm relação a tudo que faço ou planejo, portanto não pretendo voltar com o grupo sem 2 fatores imprescindíveis: Um galpão , pois com ele temo lugar pra ensaios e promoções e assim manter o grupo com eventos e dinheiro em caixa. o segundo item é algo que já estou trabalhando DINHEIRO.Creio que desanimei muitos agora né, mas aqui vai a parte boa, lembram que anos atrás fomos contemplados no Orçamento participativo do município com uma verba para construção do galpão, pois é, estou em contato com esta secretaria e digo que vejo esta projeto saindo do papel num futuro bem próximo.
Mas e quanto a grana o que fazer? Nesta questão já entrei em contato com um produtor cultural pra elaborar um projeto e para que possamos arrecadar verba de empresas e poder nos manter , e também poder investir em nossos grupos.Estas coisas que estou dizendo espero que fique só entre nós de casa, pois sabem como é o olho grande , vamos nos conversar mas sem estardalhaço , com calma e pelas beiradas.
Creio que sem estes requisitos acima não temos como pensar em voltar com grupo , pois sei que muitos assim como eu tem saudade e muita vontade de dançar ou ao menos estar envolvido no grupo de novo.
Estou sempre aqui à espera de criticas e novas ideias que possam nos ajudar a dar o próximo passo e o quanto antes retornarmos com nosso IVI.
"A NOSSA MAIOR GLÓRIA NÃO RESIDE NO FATO DE NUNCA CAIRMOS, MAS SIM EM LEVANTARMO-NOS SEMPRE DEPOIS DE CADA QUEDA."
Confúcio.
sábado, 16 de novembro de 2013
Colégio São José – São Leopoldo / RS
Conforme
roteiro desta postagem, localizamos um colégio que se enquadra em 2 épocas:
Império e República.
No trajeto para o Rio Grande do Sul,
houve-se subitamente um horrível estrondo, acompanhado de um abalo aterrador do
Calderon ( navio que viajavam as irmãs
franciscanas). Quebrara o leme e o navio flutuava à deriva. Faltava água
potável e a provisão de alimentos começava a escassear. Um grande medo apoderou-se de todos. Se houvesse
tempestade, as ondas do mar tragariam o navio com tudo e com todos
que nele estavam. Mas eis que em 19 de
março, dia dedicado a São José, a quem as Irmãs haviam recorrido, prometendo-lhe chamar de Colégio São José a primeira escola
que haveriamde fundar no Brasil, o perigo cessou. Apareceu um navio vindo da
Argentina, que arrastou o Calderon, de
reboque, de volta ao Rio de Janeiro. Lá o Camões recolheu os passageiros do
navio sinistrado e levou-os até Rio Grande/RS. Porfim, o navio Dom Pedro II
completou a viagem, ancorando em Porto Alegre, onde
desembarcaram, em 31 de março, dia da Páscoa.
Mas o destino era São Leopoldo/RS. As Irmãs lá chegaram a 2 de abril de 1872 e,
no dia 5, compareceram 23 alunas para o primeiro dia de aula. Não havia as
necessárias salas disponíveis, e as aulas do jardim da infância foram dadas ao
ar livre, à sombra de uma laranjeira, ao lado do casebre que lhes fora
oferecido para moradia.( IMPÉRIO )
Em 1884, quando o Colégio já estava
localizado ao lado da Igreja Matriz, começou a receber alunas do Rio de
Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Uruguai e Argentina, de modo que,
em poucos anos a Escola já contava com
137 alunas internas e muitas externas. Durante seus
primeiros 50 anos, o Colégio São José funcionou às margens do Rio dos
Sinos, ao lado do Ginásio
Conceição, dos Padres Jesuítas.
No ano de 1923 ( REPÚBLICA ) ocorreu a
mudança das margens do Rio dos Sinos para a Colina do Monte Alverne, onde está
atualmente.
Métodos de
ensino na escola portuguesa:
a Revista
Escolar (1923-1926)
O presente
texto tem por objetivo verificar, a partir de um exemplo tópico, a constituição
de uma dada modalidade do debate pedagógico, que toma como eixo organizador a
ideia de técnica de ensino. Pensar metodologias para se ensinar requer algum
diálogo com a dimensão didática do debate pedagógico. Sob tal hipótese de
trabalho, procurou-se efetuar leitura crítica da Revista Escolar, publicada em
Portugal nos anos 20 do século passado. O estudo centrou-se especificamente nos
volumes
compreendidos
entre 1923 e 1926.
Tratava-se,
em certo sentido, de estimular os professores à leitura da revista. Com isso,
acreditava-se ensinar a ensinar (CARVALHO, 2001, 2006;BITTENCOURT,1993).
A criança
e o aluno na escola
Sou, portanto, de opinião que a
criança, ao entrar para a escola, deve levar uma
ardósia com o respectivo ponteiro, para iniciar logo os riscos, repetindo-os até saírem perfeitos. Só o exercício frequente dá a necessária firmeza à mão. Feitos os riscos bem, passa-se aos outros elementos, tendo, contudo, o cuidado de não dar à criança a ideia de que está a cumprir uma obrigação. Quando o professor vir que a criança já é capaz de fazer as letras, inicia então o ensino delas, pela leitura de palavras de muito fácil pronúncia e escrita, tais como: pá, pé, pó, pua, etc. É da máxima vantagem que a escrita acompanhe sempre a leitura (NOBRE, 1923, p. 258).
ardósia com o respectivo ponteiro, para iniciar logo os riscos, repetindo-os até saírem perfeitos. Só o exercício frequente dá a necessária firmeza à mão. Feitos os riscos bem, passa-se aos outros elementos, tendo, contudo, o cuidado de não dar à criança a ideia de que está a cumprir uma obrigação. Quando o professor vir que a criança já é capaz de fazer as letras, inicia então o ensino delas, pela leitura de palavras de muito fácil pronúncia e escrita, tais como: pá, pé, pó, pua, etc. É da máxima vantagem que a escrita acompanhe sempre a leitura (NOBRE, 1923, p. 258).
A
profissão de professor:
vocação,
experiência e método
De todas as
profissões que o homem exerce, a de professor é a mais difícil: nenhuma exige
mais perspicácia, mais ciência, mais coração; a nenhuma são tão indispensáveis
a viveza da inteligência, a retidão do caráter, a sociabilidade prendedora e
afável (CORREIA, 1926, p. 257).
Cada aluno –
e o professor precisa ter sempre este preceito presente – se educa de sua
maneira. É indispensável reagir contra a velha tendência para tratar uniformemente
naturezas diversas. Urge contrariar a propensão ainda bastante geral para
designar como estúpidos os alunos menos aplicados sem prévia análise das causas
determinantes – físicas, mentais ou morais – do seu desafeto ao estudo, e sem a
natural consideração de que a inteligência é um capital aumentável pela ação
pedagógica. Não há nunca indivíduos universalmente incapazes; nem os idiotas
são inábeis para todas as profissões ou misteres (CORREIA, 1926, p. 266).
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Inclusão de aluno sudo no ambiente escolar.
Durante a realização desta atividade , observamos várias
realidades. Abaixo listamos as escolas pesquisadas e suas localidades:

- Escola Municipal de Ensino Fundamental Francisca Saile: Localizada no bairro Roselândia,
- Escola Municipal de Ensino Fundamental Maria Quitéria: Localizada no bairro Roselândia,
- Escola Municipal de Ensino Fundamental Clodovino Soares:
Localizada no bairro Teópolis, em Esteio.
Independente da localização das escolas, constatamos que há uma
idéia em comum, a qual também nos leva a conclusão que, por mais que as escolas
contem com material e preparação para receber surdos , eles tem um melhor
aprendizado em escolas especiais.
Isto porque nestes locais que são adaptados para recebê-los , eles terão um melhor acompanhamento e um melhor aprendizado juntamente com os demais colegas com esta limitação.
Acreditamos que os educadores, assim como as instituições de ensino,
tem um grande desafio, no que diz respeito a inclusão de alunos especiais em
suas salas de aula.Entre as escolas que questionamos em apenas uma havia um aluno surdo (EMEF Clodovino Soares), mas o mesmo é oralizado. Nas demais escolas apenas deficientes auditivos (usuários de aparelhos). Na escola EMEF Clodovino Soares questionamos sobre a utilização da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, na sala de aula. A diretora desta escola nos comentou que vários professores tem conhecimento sobre a língua de sinais e que estão preparados para receber, em suas salas de aula, alunos surdos.
A rede municipal de Esteio fornece o curso de Libras aos
professores. A resposta data pela diretora da EMEF Clodovino Soares, assim como
a coordenadora pedagógica da EMEF Maria Quitéria, escola que possui aluno com
deficiência auditiva, quando perguntadas se estes alunos utilizam a linguagem de
sinais, é que nos deixou , digamos, intrigados. Ocorre que as famílias destas crianças
não aceitam o uso desta metodologia de ensino. Com isto, entendemos que os
pais, na tentativa de incluírem seus filhos num processo de ensino onde a
discriminação possa não existir, acabam prejudicando o processo de aprendizagem
destes.
A língua de sinais é uma ferramenta que facilita a educação do aluno
especial. Neste sentindo, identificamos em todas as escolas, a necessidade de
um trabalho em equipe (pais, professores e instituições de ensino), para que o
método de inclusão dos alunos especiais tenha uma melhor qualidade e
eficiência.
Em todas as escolas pesquisadas podemos comprovar, via entrevista
com diretores, coordenadores pedagógicos e orientadores, a disposição dos
profissionais do ensino em trabalhar em prol da inclusão dos alunos especiais
em suas salas de aula, o que concluímos como algo muito positivo para a
evolução do processo de aprendizado destes.
Aproveitamos este espaço no blog do Pólo de Novo Hamburgo para
publicar alguns vídeos relacionados ao tema de inclusão de alunos surdos nas
escolas. Projetos como o “Entre na Roda” que auxilia crianças surdas a
entenderem o que está escrito nos livros de história, em São José dos Pinhais, no
Paraná.
Em outro vídeo temos o modelo do Colégio Estadual para Surdos Alcindo
Fanaya Junior, em Curitiba-PR.
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Definição de filhos.
"FILHO é um ser que DEUS nos emprestou para um curso INTENSIVO de como AMAR alguém além de nós mesmos."
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